mapa da clínica ágape

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Cura pelo toque: técnica identifica cicatrizes no corpo que podem provocar diversas patologias, e promove uma limpeza do organismo

A evolução das espécies mostrou claramente a capacidade de adaptação dos seres vivos. A percepção de que o corpo também se adapta num indivíduo e busca se autocurar fez com que os fisioterapeutas franceses Daniel Grosjean e Patrice Bénini investigassem o corpo humano. Dessa inquietação surgiu a microfisioterapia, no início da década de 1980.
Para eles, o corpo é capaz de se adaptar, defender e corrigir eventos agressores traumáticos, emocionais, tóxicos, microbianos ou ambientais. Porém, quando essas agressões são mais fortes do que as possibilidades de defesa do organismo, haverá uma memorização da agressão que modifica a vitalidade dos tecidos, atrapalhando o funcionamento das células e consequentemente dos órgãos, gerando patologias específicas, sintomas físicos ou emocionais.
A técnica, que não utiliza nenhum equipamento, se baseia em identificar essas “cicatrizes” do corpo, que são marcas das perdas, dificuldades, ausências e rejeições da vida do indivíduo. Grosjean e Bénini desenvolveram mais de 100 mapas com referências no corpo, comparável aos meridianos da acupuntura. “Esses mapas auxiliam o profissional a procurar as portas de entrada desses eventos e o órgão onde essa informação se instalou para que possa ser tratado”, explica a fisioterapeuta Caroline Nery.
Os princípios de cura da microfisioterapia se baseiam na homeopatia. São duas leis: a cura pelo infinitesimal, que é a apalpação mínima e atua com o medicamento diluído, e pela similitude, quando o semelhante ajuda a curar outro semelhante. Os toques, apalpações suaves e precisas da microfisioterapia, informam ao corpo que aquele episódio traumático passou, está superado, estimulando a reação e a autocorreção. “Cada pessoa reage aos eventos de forma diferente. Pode ser briga, bullying, estupro. O corpo pode guardar isso por anos, e o efeito é cumulativo. Dois irmãos, filhos de pais que se separaram, podem apresentar danos em áreas diferentes do corpo. Ou ainda, um pode ter esse dano e o outro não”, detalha.
Essas “memórias” do corpo podem causar diferentes patologias. “É a forma de o corpo dizer que algo não vai bem”, diz. Dores crônicas, alergias, depressões, distúrbio do sono, enxaquecas, ansiedade e hiperatividade são diferentes doenças que podem encontrar nessa técnica uma terapia complementar ao tratamento. “Gestos específicos da técnica vão informar ao corpo que aquilo já passou”, completa.

AUTOCURA



A MICROFISIOTERAPIA PODE TE AJUDAR


Microfisioterapia Gestos que curam


O Tratamento da Dor Crônica Através da Microfisioterapia

Muitas pessoas tendem a ignorar alguma dor que sentem, não dando a ela a devida importância. É preciso lembrar sempre que dor é um aviso do nosso organismo, querendo informar-nos de que algo não está bem. É, portanto, um importante mecanismo de defesa e de preservação da nossa vida e deve ser devidamente valorizada e interpretada, para que se possa eliminar a causa que a originou.
A dor crônica é debilitante e apresenta conseqüências nefastas para a condição física, psicológica e o comportamento. Seus portadores desenvolvem depressão, deficiências psicomotoras, lembranças e sensações de perda que muitas vezes guardam pouca relação com o quadro doloroso.
Quase sempre é possível estabelecer uma relação de causa-efeito entre algum distúrbio e a dor dele resultante. Nesses casos, devemos procurar eliminar a causa inicial, porque a dor, que é mera conseqüência, desaparecerá “automaticamente”.
Qualquer dor, seja ela aguda ou crônica, tenha ela causa conhecida ou não, tem sempre um componente psicológico. Este componente psicológico é extremamente variável de pessoa para pessoa, e é modificado e influenciado por fatores culturais, étnicos, sociais e ambientais. Há pessoas que, mesmo sentindo dor forte, têm perfeito controle sobre si. Outras, com a mesma dor, tomam atitudes irracionais, reagem de forma anômala frente ao stress da dor.
Dores crônicas costumam ter ainda mais envolvimento emocional que as dores agudas, e as reações das pessoas são as mais variadas. Algumas entregam-se, resignadas, e se habituam com a previsão de senti-la pelo resto de suas vidas. Outras encaram a dor, procuram ajuda, combatem, e muitas vezes a vencem, ou pelo menos a minimizam a ponto de levarem uma vida bastante normal e emocionalmente equilibrada.
A MICROFISIOTERAPIA desativa nas células a memória de traumas que podem gerar disfunções no organismo, é uma técnica de tratamento que identifica a causa primária de uma doença ou sintoma e estimula a autocura, sendo, portanto, uma forte aliada no tratamento contra as dores crônicas.

Cada paciente é um livro novo


Veja os videos sobre a microfisioterapia


domingo, 30 de outubro de 2016

Microfisioterapia

 Tratado Prático I e II de Microfisioterapia 


Englobam os estudos, controles e correções respectivamente do mesoblasto pelo aparelho locomotor e do tecido ectoblástico para o sistema nervoso.
De fato, as correções realizadas tanto no mesoblasto quanto no ectoblasto são definitivas e eficazes se elas forem realizadas sobre as inscrições que correspondem as etiologias primárias para cada um desses tecidos, isto quer dizer, aos traumatismos para o mesoblasto e às supraestimulações para o tecido nervoso.
Esta observação corresponde à lógica das leis imunológicas que dizem que para um organismo criar o anticorpo (mecanismo de defesa), é necessário que ele reconheça o antígeno (agressor).
Esta lei é a base da microfisioterapia onde o objetivo é reencontrar todas as etiologias responsáveis nas desordens observadas pela micropalpação.
As etiologias podem ser divididas em duas grandes categorias. As etiologias sofridas (F) pelo indivíduo e as etiologias produzidas por ele mesmo (G).
Esta obra descreve as etiologias sofridas. Se trata das agressões exteriores que vêem alterar o meio interno, sem que o indivíduo possa reagir corretamente. Após a agressão, resta no organismo uma cicatriz patogênica. A palavra cicatriz em microfisioterapia tem então um sentido mais amplo que o termo utilizado fluentemente. Normalmente falamos cicatriz para designar a marca cutânea visível deixada por uma agressão. Em microfisioterapia, se trata da marca deixada por uma agressão mas ao mesmo tempo visível e invisível afetando qualquer tecido.
A maior diferença provêm do fato dessas cicatrizes serem divididas em duas categorias: as cicatrizes normais e as cicatrizes patogênicas.
Uma cicatriz normal é aquela que resulta de uma cicatrização completa, “ad integrum”, e que reconstitui o tecido permitindo-o uma função completa com ou sem marca visível. O organismo recuperou em relação a agressão inicial e não guarda nenhuma consequência negativa.
A cicatriz patogênica como seu nome indica é fonte da disfunção, do sofrimento, da doença. Nesses casos, a reação imunológica de auto-correção ou de cicatrização é feita de maneira insuficiente e incompleta. A cicatriz é então um foco perturbador das funções habituais do tecido atingido.
Esta cicatriz patogência pode ser visível ou não, em microfisioterapia, ela produz sempre uma restrição perceptível pela micropalpação enquanto a cicatriz normal não cria nenhuma modificação perceptível manualmente.
O objetivo desta obra é dar as chaves de leitura para encontrar essas cicatrizes patogências, fazer a ligação dessas etiologias e orientar como proceder para as correções.
De fato, é muito difícil rastrear a cicatriz patogência em relação a etiologia, porque essas cicatrizes podem muito bem serem ignoradas pelo paciente, inscritos nos órgãos profundos, pouco acessíveis pela palpação e às vezes a distância das regiões dolorosas. Ao contrário, as observações mostram que cada etiologia se inscreve sobre as regiões diferentes e que o corpo guarda assim essas memórias teciduais, uma marca do que aconteceu.
Os mapas embriológicos permitem então controlar facilmente as diferentes etiologias possíveis e encontrar as agressões não eliminadas segundo suas origens.
Sarl BENINI-GROSJEAN - Maisonville

Pont à Mousson
19 de julho de 1997